Ílhavo

A visita de ontem a Ílhavo contou com a participação de cinco turmas de três escolas do Concelho divididas em três grupos.
Na sala polivalente do belíssimo edifício da Biblioteca, que resultou de um extraordinário projecto de arquitectura que integrou num novo espaço um antigo palácio, os cerca de 100 alunos participaram activamente nas actividades propostas, acompanhados das professoras e da equipa de animação da Biblioteca.
Destas sessões resultou a confirmação de uma tendência que já se vem notando desde que o projecto de itinerâncias teve o seu início, e que já referimos em posts anteriores. A constatação de que, ao contrário de que se poderia pensar quando trabalhamos com alunos de zonas carenciadas, o trabalho proposto é extremamente bem aceite. Como justificação para esta conclusão poderá estar o facto de estas acções se afastarem do modelo de trabalho proposto em sala de aula, aproximando-se de um momento lúdico e de maior diversão. Como é óbvio, o trabalho no espaço da escola obriga a determinadas regras de funcionamento que permitem executar os programas definidos no início de cada ano lectivo. Mas não deixa de ficar no ar a ideia de que se estes programas e os métodos usados para os levar a cabo apostassem num modelo de maior criatividade e “liberdade” poderíamos estar a resolver alguns dos problemas que os professores muitas vezes apontam.
Uma ideia a rever…

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Mais um prémio para «A Maior Flor do Mundo»

imagem_blogA Maior Flor do Mundo, de Juan Pablo Etcheverry e com música de Emílio Aragon, baseada no conto de José Saramago, recebeu o prémio de Melhor Curta-Metragem de animação e ficção do Festival de Cine Ecológico de Canárias.
Após um interregno de 14 anos, a edição deste ano apresentou uma programação que não se limita a mostrar o que de melhor se faz sobre esta temática no cinema mas que procura ser um lugar onde se «analise através do cinema a realidade ecológica na sua máxima pluralidade, que esteja disposto a escutar seriamente todas as vozes e todas as propostas, que seja, fórum e cátedra, e que se converta não apenas em lugar de encontro para os que se preocupam com o presente e com o futuro do planeta, mas também nesse lugar onde do encontro resulte um diálogo verdadeiro, um intercâmbio e um aprofundamento sobre os urgentes problemas que a ecologia assinala, sim, mas que lamentavelmente não está habilitada, por si só, a solucionar.»
“Cenizas del cielo”, de José Antonio Quirós, e “The great squeeze”, de Christophe Fauchere, foram as longas-metragens premiadas nas modalidades de ficção e animação e documental, respectivamente. “Living with Shame”, de Huaquing Jin, recebeu o prémio para a melhor curta-metragem na categoria de documentário.
O júri premiou também o documentário “Tabernas. El Desierto Olvidado”, de Joaquín Gutiérrez Acha, como a melhor produção espanhola. A película canadiana “Saving Luna”, de Suzanne Chisholm e Michael Parfit, obteve o prémio do público, com o nome do emblemático alcaide de Puerto de la Cruz Paco Afonso, o criador do festival em 1982.

No regresso

Imagens recolhidas no regresso de Tondela, a bordo do comboio.
Arredores de Lisboa.

Torres Novas, hoje

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Torres Novas

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Torres Novas

Palmela, Tondela e Santiago do Cacém

Nas duas últimas semanas, a itinerância do atelier A Maior Flor do Mundo levou-nos de Norte a Sul, com paragens em Palmela, Tondela e Santiago do Cacém.
Deste trabalho resultou o contacto com mais cerca de duzentas crianças de distintas regiões do país. Mas, todas elas, com a mesma vontade e disponibilidade para as actividades propostas. Em Palmela visitámos o Centro de Recursos Educativos da EB 2,3 Hermenegildo Capelo onde recebemos a visita de seis turmas do segundo ciclo. Em Tondela, a visita do atelier inseriu-se na Festa do Livro e da Leitura que durante uma semana levou a esta cidade do interior autores, peças de teatro e uma feira do livro. Aqui, o trabalho foi desenvolvido com turmas do primeiro ciclo do ensino básico de aldeias próximas. Ontem foi a vez da visita a Santiago do Cacém onde, na Biblioteca Manuel da Fonseca, espaço que recebeu durante o mês de Abril a exposição José Saramago. Levantado do Chão, realizámos o atelier para três turmas do primeiro ciclo.

A todos os alunos o nosso obrigado e esperamos pelos vossos trabalhos.
Na próxima semana, o atelier viajará até Torres Novas.

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Palmela

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